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O Estado Policial está cada vez mais a restringir a Liberdade de Expressão, desde os protestos nos campi universitários até às ações durante a pandemia. De acordo com o artigo publicado por John e Nisha Whitehead no Instituto Rutherford, a nova geração americana está sendo privada do pleno exercício dos seus direitos, sendo moldada para a conformidade e a obediência. Os jovens formandos deste ano são um exemplo da complacência ensinada em meio a medidas autoritárias do governo, desde táticas restritivas relacionadas à COVID-19 até respostas militantes a protestos nos campi.
Os campi universitários, um dia bastiões da liberdade de expressão e protesto, tornaram-se agora ambientes de conformidade e censura. Enquanto nos anos 1960 eram palco de manifestações estudantis e indignação contra a guerra e o status quo, hoje são cenários onde a expressão é limitada, com zonas de livre expressão designadas e políticas de discurso restritivas. Este movimento de cerceamento da Liberdade de Expressão vem de encontro ao que os fundadores preconizaram, pois a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos protege o direito ao livre discurso e à liberdade de reunião pacífica para desafiar o governo e tentar mudar o mundo ao seu redor.
A tentativa de abafar certas formas de expressão está levando a um preocupante declínio dos direitos fundamentais nos EUA. A Suprema Corte dos EUA reitera que o governo não pode proibir a expressão de uma ideia apenas porque a sociedade a considera ofensiva, como enfatizado no artigo do Instituto de Direitos Fundamentais. Num momento em que a liberdade de expressão é tão crucial, é essencial levantarmos a voz em defesa deste direito, mesmo para proteger discursos que possamos discordar. A responsabilidade cidadã exige indignação diante da perda da liberdade alheia e defender a voz daqueles com quem podemos discordar, visando uma sociedade mais justa e livre.






