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O país membro da OTAN diz que o objetivo deve ser a divisão da Federação Russa
Na semana passada, os media russos notaram as últimas declarações provocativas da Primeira-Ministra da Estónia, Kaja Kallas. Ela liderou o pequeno país báltico em direção a uma posição anti-Moscou firme e beligerante. A Estónia fez parte do grupo de nações da Europa Oriental que se juntaram à OTAN em meados dos anos 2000, durante a era Bush.
Ela está pedindo a divisão da Federação Russa. Kallas propôs durante um debate na capital do país, Tallinn, na semana passada que a Rússia poderia tornar-se muito “menor” como resultado desejado da guerra na Ucrânia. “A derrota da Rússia não é uma coisa má, porque então sabemos que poderia realmente haver uma mudança na sociedade”, afirmou a primeira-ministra na 17ª Conferência Lennart Meri, conforme traduzido pela RT da Rússia.
Ela afirmou que atualmente a Federação Russa pode ser vista como sendo composta por “muitas nações diferentes” e que poderiam ser naturalmente divididas em estados separados. “Eu acredito que se houvesse mais nações pequenas… não é uma coisa má se a grande potência for realmente diminuída”, afirmou Kallas.
Apesar de seu tamanho reduzido, a Estónia tem sido proeminente nos últimos meses relacionados à guerra. Por exemplo, recentemente aparentou apoiar o apelo do Presidente francês Macron para a OTAN considerar o envio de tropas ocidentais para a Ucrânia. Ademais, há o potencial de uma nova disputa de fronteira em gestação, com Moscou testando a ‘resolução’ da OTAN após remover marcos de fronteira marítima com a Estónia. Essas provocações provavelmente continuarão, talvez como algum nível de retaliação pelas declarações consistentemente ousadas dos líderes estonianos direcionadas a Moscou.






