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Benjamin Netanyahu, Primeiro Ministro de Israel, acusou a administração Biden de se recusar a transferir armas para Israel, em violação das promessas feitas de que Washington removeria todas as restrições nas entregas de armamentos. Durante uma reunião com o Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, Netanyahu comentou sobre relatos da mídia internacional que sugeriam que os EUA estavam atrasando as entregas de armas como punição por supostos crimes de guerra em Gaza. Netanyahu expressou sua frustração com o Presidente Biden, destacando que achava inconcebível a retenção de armas e munições nos últimos meses.
Ao discutir a questão com Blinken, Netanyahu ressaltou a importância do apoio dos EUA a Israel desde o início da guerra, mas enfatizou a necessidade de que as entregas de armas não fossem interrompidas. Em resposta, Blinken assegurou que a administração estava trabalhando intensamente para resolver esses problemas e garantir o fluxo contínuo de armamentos para Israel. O primeiro-ministro israelense comparou a situação atual com o apoio dos EUA a outras nações em conflitos passados, como foi o caso durante a Segunda Guerra Mundial com o Reino Unido.
Apesar dos relatos de atrasos nas entregas de armas, grandes pacotes de armamentos para Israel estão avançando no Congresso dos EUA. Recentemente, dois democratas-chave que estavam contra uma venda de armas de mais de $18 bilhões para Israel, incluindo 50 caças F-15, acabaram cedendo após pressão intensa da administração Biden e defensores de Israel. A preocupação central desses legisladores era garantir que as armas não fossem usadas para cometimento de crimes de guerra ou mortes de civis. A discussão sobre o fornecimento de armas mais avançadas para Israel gira em torno da premissa de que uma maior precisão no armamento reduziria as mortes de civis em conflitos.






