Os futuros de soja de Chicago ganharam mais terreno na quarta-feira, com os preços próximos aos níveis mais altos em dois meses, devido às condições climáticas adversas no principal exportador, o Brasil, e à forte demanda chinesa que sustentou o mercado.
As preocupações com as safras no Brasil aumentaram à medida que as condições climáticas adversas, como seca e calor extremo, afetaram as plantações de soja. Isso levou os investidores a especularem sobre uma possível redução na produção brasileira, o que resultaria em uma maior demanda por soja dos Estados Unidos. Além disso, a demanda chinesa por soja permaneceu robusta, impulsionada pela recuperação da economia do país e pela expansão do rebanho suíno, que precisa de ração à base de soja. Esses fatores combinados impulsionaram os preços da soja em Chicago e estabeleceram os níveis mais altos em dois meses.
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