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A Dinamarca foi classificada como o melhor país do mundo para as mulheres. A avaliação do bem-estar feminino, que engloba segurança, inclusão e acesso à justiça, varia consideravelmente de país para país e de região para região. De acordo com o índice de 2023 Women Peace and Security do Georgetown Institute for Women, Peace and Security, a Dinamarca lidera a lista, seguida de perto por outras nações europeias.
Os países são pontuados em uma escala de 0 a 1 com base em três componentes importantes: inclusão (educação, emprego, inclusão financeira, uso de celular e representação parlamentar), justiça (ausência de discriminação legal, acesso à justiça, taxa de mortalidade materna, viés de gênero) e segurança (violência por parceiro íntimo, segurança comunitária, violência política contra mulheres e proximidade a conflitos). Todos os países do top 10 receberam pontuações acima de 0,9, bem acima da média global de 0,65, evidenciando seu compromisso com o bem-estar feminino.
A Dinamarca se destacou nas métricas de inclusão, como inclusão financeira e representação parlamentar, e de justiça, como ausência de discriminação legal e acesso à justiça, garantindo sua posição de destaque. Já seus vizinhos escandinavos, Suécia (3º) e Noruega (7º), também obtiveram ótimas posições no ranking. Esses países se caracterizam por baixa taxa de mortalidade materna, altas taxas de educação e ausência de violência política e conflitos que afetam as mulheres.
Entre outros países avaliados, Canadá (17º), Reino Unido (26º) e Estados Unidos (37º) se destacam, apesar de não figurarem no top 10. O baixo desempenho em representação parlamentar, taxa de mortalidade materna e segurança comunitária fez com que a pontuação dos EUA fosse inferior à de seus equivalentes europeus. Esses dados evidenciam a importância da igualdade de gênero e do bem-estar das mulheres em nível global.






