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O México tem uma nova presidente, marcando dois feitos históricos, já que a eleição por uma grande margem de Claudia Sheinbaum no domingo fará dela a primeira mulher a ocupar o mais alto cargo do país, bem como a primeira pessoa judia. Ela é a ex-prefeita da Cidade do México e cientista do clima por formação. Aos 61 anos, Sheinbaum é a sucessora escolhida a dedo pelo presidente Andrés Manuel López Obrador e do seu partido de esquerda Morena, que está a caminho de ter maiorias em ambas as câmaras do congresso.
Sheinbaum venceu cerca de 58-60 por cento dos votos, de acordo com a AFP, mais de 30 pontos percentuais à frente da principal rival da oposição, Xóchitl Gálvez. Seu mandato de seis anos começa em 1º de outubro e ela prometeu manter a continuidade com seu antecessor. No entanto, ela enfrentará desafios como a violência em curso, complexidade dos conflitos relacionados aos cartéis de drogas, a economia com altas taxas de juros e o setor de energia enfrentando escassez.
Globalmente, movimentos de esquerda estão entusiasmados com suas credenciais como cientista do clima. A libra está caindo na manhã de segunda-feira… Sheinbaum declarou para a multidão no domingo: “Imaginamos um México plural, diverso e democrático. Nosso dever é e sempre será cuidar de cada mexicano, sem distinção.” A vitória de Sheinbaum está sendo vista como uma conquista para o povo do México, para a justiça social e para o futuro do planeta.





