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Vladimir Putin e Kim Jong Un assinaram um pacto de defesa mútua em caso de ataque, marcando um novo marco nas relações entre Rússia e Coreia do Norte. O acordo foi descrito como defensivo por Putin e como o “tratado mais forte já feito” por Kim, acenando para uma nova era de cooperação entre os dois países. A BBC, no entanto, classificou o pacto como um compromisso “ambíguo e sinistro” entre dois líderes considerados como pária no cenário internacional.
O pacto estratégico assinado pelos líderes russo e norte-coreano envolve um compromisso de auxílio mútuo em caso de “agressão”, mas sem detalhes claros sobre se funciona como um tratado de guerra completo. A visita de Putin à Coreia do Norte, a primeira em 24 anos, foi marcada por gestos de amizade e desafio às sanções impostas pelo Ocidente e pelos EUA. Durante o encontro, Kim declarou total apoio à Rússia no conflito na Ucrânia.
A visita de Putin incluiu eventos luxuosos e uma exibição de unidade entre os dois líderes, buscando apresentar uma frente unida apesar das crises que enfrentam. Além disso, observadores de guerra afirmam que a Coreia do Norte já forneceu à Rússia centenas de milhares de projéteis de artilharia para uso na Ucrânia, o que tem impactado no ritmo de fogo de artilharia russo comparado ao ucraniano. A chegada da delegação russa à Coreia do Norte foi marcada pela pompa, com a descrição da AP de um cenário extravagante e repleto de tapete vermelho para receber Putin. A assinatura desse pacto reforça as relações entre os dois países e pode ter grandes repercussões nas dinâmicas geopolíticas globais.





