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A tentativa de assassinato do ex-presidente Donald Trump no sábado provocou uma onda de condenação, mesmo de oponentes do candidato republicano. No Oriente Médio, líderes nacionais em sua maioria se uniram nesta condenação. O presidente egípcio Abdel Fattah el-Sisi expressou sua preocupação com o ataque e reiterou a condenação do Egito ao evento, expressando esperança por uma conclusão pacífica das campanhas eleitorais americanas, livres de manifestações de terrorismo, violência ou ódio.
O presidente turco Recep Tayyip Erdogan também condenou o ataque, destacando a importância de levar os responsáveis à justiça para não lançar sombras sobre as eleições nos EUA e a estabilidade global. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que ele e sua esposa orariam pela segurança e pronta recuperação de Trump. Até mesmo o presidente palestino Mahmoud Abbas, que não mantinha boas relações com Trump, condenou a tentativa de assassinato, reafirmando a posição da Palestina contra a violência, terrorismo e extremismo, independentemente da sua origem.
Por outro lado, alguns indivíduos expressaram opiniões menos solidárias. Contas do Telegram e X ligadas a grupos de resistência apoiados pelo Irã no Iraque publicaram uma imagem de Trump ferido com a legenda: “Hoje o terror entrou em seus palácios fortificados”. Além disso, o jornalista e ex-diplomata iraniano Amir Mousawi sugeriu que o ataque seria uma retaliação divina pelas mortes de Muhandis e Soleimani, insinuando que Netanyahu poderia ser o próximo alvo. Há, contudo, especulações e teorias da conspiração sobre a motivação do atirador, sem que haja uma determinação concreta até o momento.






