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VDH pede fim ao conflito ucraniano.

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Victor Davis Hanson, em seu artigo para a American Greatness, aborda de forma incisiva a guerra que assola a Ucrânia há mais de dois anos. Com estimativas de meio milhão de mortos, feridos ou desaparecidos, provenientes tanto da Rússia quanto da Ucrânia, a brutalidade do conflito é indiscutível. Porém, controversas surgem quanto às circunstâncias que levaram à queda do governo pró-russo em 2014. A Rússia acusa o Ocidente de orquestrar a revolução visando a expansão da influência europeia, enquanto o Ocidente defende o direito dos ucranianos de se integrarem ao continente europeu.

A batalha na Ucrânia se assemelha a uma carnificina semelhante à da Frente Ocidental da Primeira Guerra Mundial, sem que nenhum lado consiga impor sua vontade sobre o outro. Com a escalada das ameaças nucleares russas contra a Europa, a OTAN busca reforçar suas capacidades defensivas e unir nações fronteiriças como Suécia e Finlândia, em meio a preocupações compartilhadas sobre a agressão russa. Enquanto muitos nos EUA veem o conflito como uma guerra necessária para conter a Rússia, o fornecimento de armas para a Ucrânia, um país lutando diretamente contra a Rússia, levanta preocupações sobre as implicações perigosas desse apoio a um país que enfrenta um adversário nuclear.

A postura incoerente da administração Biden em relação às guerras na Ucrânia e em Gaza é evidenciada, com apelos para que a Ucrânia continue lutando sem negociações, ao passo que a Israel é instado a buscar um cessar-fogo. No entanto, a solução apontada por Hanson como possibilidade para evitar uma escalada ainda maior de mortes e ferimentos seria um acordo de paz impopular, que formalizaria a anexação russa da Crimeia e do Donbass em 2014, com a Rússia se comprometendo a se retirar para suas fronteiras pré-2022 e a Ucrânia permanecendo armada, mas sem afiliação à OTAN. Esse acordo desagradaria a todas as partes, mas poderia evitar a destruição contínua da Ucrânia e a morte de mais jovens ucranianos e russos.

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