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O vulcão submarino em Tonga, Hunga Tonga-Hunga Ha’apai, teve uma erupção maciça em 2022, lançando enormes quantidades de fuligem, vapor de água e dióxido de enxofre na estratosfera, o que impactou no aquecimento global recente na Terra. Enquanto isso, há quem atribua a crise do aquecimento global aos combustíveis fósseis e aos gases emitidos por animais, como as vacas. No entanto, uma opinião recente do Las Vegas Review-Journal, escrita por Victor Joecks, destaca como a erupção do vulcão em Tonga foi um dos principais fatores por trás do intenso calor na cidade de Las Vegas.
Joecks mencionou relatórios da Reuters e da CNN que alertam para as ondas de calor extremo em todo o mundo, atribuindo-as às mudanças climáticas. A erupção do vulcão em Tonga emitiu uma quantidade sem precedentes de vapor d’água na estratosfera, o que pode aquecer a Terra nos próximos anos, conforme apontado por cientistas e veículos de comunicação como a Associated Press e a NPR. A presença desse vapor d’água na atmosfera é apontada como um dos fatores que possivelmente contribuem para o aquecimento global.
Essa descoberta desafia as narrativas tradicionais sobre o aquecimento global, que muitas vezes focam apenas em emissões humanas, como o dióxido de carbono. A erupção do vulcão em Tonga, que se classificou como seis na escala de explosividade vulcânica, é considerada a mais violenta desde o Monte Pinatubo nas Filipinas em 1991. Esses eventos ressaltam a complexidade do clima e a importância de considerar diferentes variáveis para entender as mudanças climáticas, colocando em questão a ênfase na eliminação dos combustíveis fósseis como solução única para o problema.






